quinta-feira, 7 de maio de 2009

Escrevo....

Porque penso demais.

Será que já inventaram a máquina que lê os pensamentos e transfere via bluetooth para o computador? Essa seria uma ótima invenção. A quantidade de pensamentos aleatórios por minuto na minha cabeça é absurda. Caótica e incrível.
Em uma hora consigo criar teorias, tramas, histórias, contos, analisar a realidade, criar fantasias, resolver problemas e criá-los também.
Se eu tiver andando por aí com um mp3 plugado aos ouvidos então, nem se fala!
O pensamento vai livre na velocidade da música, aliás, dependendo do estilo, do ritmo variam o humor e os pensamentos.
Esse é o motivo principal.
Porque tenho a impressão que escrevendo e depois lendo, consigo captar alguma explicação para o que sinto. Porque na verdade as vezes nem isso eu sei. Se o que estou sentindo é bom ou não.
E o pensamento é sentimento!
Chego ao cúmulo de programar meus sentimentos somente com o pensamento!
Escolho uma música, uma situação (real ou imaginária) e sigo escrevendo na mente a estória. Completa e com detalhes. Se a história é feliz, ando rindo e vejo o mundo completamente Pollyana. Se a história é triste, trágica.... sou capaz de ir ao fundo do poço. Posso imaginar uma estória maldosa e me transformar numa completa Evil Pollyana, uma vampira poderosíssima com um sorriso sarcástico.
São viagens mentais que adoro ter. Algumas são impublicáveis... e repetitivas... são as que mais gosto... Quem sabe um dia supero a vergonha e vomito logo tudo em palavras escritas...
É uma loucura só.
Penso... penso...
E imagino que de tanto pensar, as vezes deve sair uma fumacinha com cheiro de queimado da minha cabeça.
Por isso escrevo.

E isso é mais ou menos o que é a Mullla Inzurida!

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